Mostrando postagens com marcador Setembro Amarelo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Setembro Amarelo. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de setembro de 2021

MAIS AMOR-PRÓPRIO, MENOS SUICÍDIO

Por Néa Tauil


É  fato que  a infância afeta a idade adulta, por isso,  para  se ter uma sociedade com pessoas desejando viver e não morrer, a prevenção deve estar centrada no tipo de educação  que uma criança recebe, durante  o seu desenvolvimento infantil.

Então, vamos aproveitar a Campanha Setembro Amarelo  para também repensar a educação abusiva  praticada,  em nossa cultura - geradora de ódio-próprio, sofrimento,  doença e   transformá-la em Educação para o AMOR-PRÓPRIO, pois é um tipo de educação  que prioriza a  disciplina positiva, em que a ideia principal é a de que as crianças têm o direito à dignidade e ao respeito, assim como qualquer outra pessoa, e devem ser ouvidas e compreendidas.


Cabe lembrar que o suicídio continua sendo uma das principais causas de morte em todo o mundo, de acordo com as últimas estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS).     

Que aja mais amor-próprio, menos suicídio.




NÉA TAUIL Psicóloga, psicoterapeuta, palestrante e idealizadora do Movimento Social Família EU: educando para o AMOR-PRÓPRIO CRP 07/10971 Site: www.familiaeu.com.br E.mail: familiaeu8@gmail.com MANTENHA-SE LIGADO(A) EM NOSSAS REDES SOCIAIS - Youtube: https://www.youtube.com/FAMÍLIAEUeducandoparaoamorproprio - Facebook: https://www.facebook.com/familiaeu8 - Instagram: https://www.instagram.com/familia.eu

domingo, 29 de setembro de 2019

FAMÍLIA EU - DESENVOLVIMENTO INTEGRAL HUMANO

Por Néa Tauil


Aproveito a Campanha Setembro Amarelo para falar mais uma vez sobre a importância em educar para o desenvolvimento integral humano, ou seja, educar para a Família EU. Educar para a Família EU significa ensinar a pessoa a relacionar- se consigo mesmo por inteiro, isto é, com a sua Família EU (eu físico, eu mental, eu emocional, eu sexualidade, eu nutrição, eu espiritual, eu financeiro, eu social e muitos outros), possibilitando assim o desenvolvimento do amor-próprio para que a criança - o adulto de amanhã - possa aprender a nutrir e praticar amor-próprio integradamente, com todos os eus da sua Família EU. Isso significa que não basta educar apenas para o bom desempenho acadêmico, também é preciso educar para que a pessoa tenha maior capacidade de amar e cuidar de si , isto é, dos diversos eus que compõem a sua Família EU e assim ser capaz de amar o próximo. Lembrando que o próximo é tudo aquilo que tem vida.
Amando a si mesmo a pessoa terá predisposição para superar as adversidades e menor probabilidade de se engajar em comportamentos de risco, pois ao adquirir um melhor conhecimento sobre si mesmo a pessoa é capaz de nutrir e praticar amor-próprio, desenvolvendo a capacidade de gerar emoções positivas e auto-motivação para prevenir transtornos como ansiedade e depressão. Atualmente a depressão é uma das doenças mais frequentes, um problema de saúde pública. E é uma doença potencialmente fatal. O suicídio figura como uma das principais causas de morte no mundo. Por ano registra-se quase um milhão de mortes por suicídio e a depressão é o maior fator de risco para isso.

É fato que a infância afeta a idade adulta e, consequentemente, para uma sociedade ter pessoas desejando viver e não morrer, a prevenção deve estar centrada no tipo de educação que uma criança recebe durante o seu desenvolvimento infantil.
Cabe ressaltar, que a percepção do suicídio, como forma de findar o sofrimento, pode estar atrelada a diferentes adversidades enfrentadas pela criança ou pelo jovem que não aprendeu a amar e lidar com os diversos eus da sua Família EU.

Então, vamos aproveitar a Campanha Setembro Amarelo para também repensar a educação e transformá-la em uma educação que prioriza o desenvolvimento integral em prol de uma humanidade mais amorosa e feliz.


Todos os direitos reservados a Julcinéa Maria Tauil (Néa Tauil)


Néa Tauil - Psicóloga, psicoterapeuta e Presidente do movimento social - Família EU: educando para o amor-próprio.

sábado, 29 de setembro de 2018

AMOR-PRÓPRIO NO COMBATE AO SUICÍDIO

Por Néa Tauil

A campanha Setembro Amarelo foi criada em 2014 por uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV) — uma ONG voltada à prevenção e apoio emocional em relação ao suicídio — em parceria com o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria. 




Com certeza, é uma iniciativa preciosa, mas penso que se as pessoas fossem conscientizadas sobre o fato de que a infância afeta a idade adulta e, consequentemente, para uma sociedade ter pessoas desejando viver e não morrer, a prevenção deve estar centrada no tipo de tratamento que uma criança recebe durante o seu desenvolvimento infantil. Ou seja, uma criança que nasce, cresce e desenvolve-se, num ambiente onde ela é respeitada, tratada com amor, consideração e orientação honesta para viver no mundo, tem tendência a apresentar na vida adulta uma Família EU com características de uma programação interna positiva e saudável, que conduz ao amor por si mesmo e pelos outros, possui boa autoestima, acredita em seu potencial, confia em si mesmo, gosta da própria companhia, sente prazer na vida e, não a necessidade de matar ou morrer, enganar, mentir, ferir a si mesma e os outros, simplesmente porque não terá como tarefa inconsciente reprimir experiências de crueldade. Porém, uma criança tratada com agressão, castigo, humilhação, manipulação, negligência das suas necessidades, que foi enganada, explorada, inclusive sexualmente, etc. tende a carregar dentro de si uma Família Eu com características de uma programação interna negativa e destrutiva, que conduz ao ódio por si mesma e pelos outros, possui baixa autoestima, não confia em si mesmo, se desmerece, achando que é feia, ineficiente, chata, incapaz, inadequada, errada, inferior, tola, culpada, má, etc. Além de ter como tarefa inconsciente, reprimir as experiências traumáticas geradas pelos abusos (físico, psicológico e sexual) que, embora permaneçam inconscientes, vão encontrar expressão na vida adulta, em seus atos destrutivos contra si mesma ou contra as outras pessoas. 


Dessa forma, podemos dizer que a percepção do suicídio, como forma de findar o sofrimento, pode estar atrelada a diferentes adversidades enfrentadas pela criança ou pelo jovem que não aprendeu a amar a si mesmo, bem como não encontrou espaço para falar sobre o que estava sentindo, possibilitando que a dor saísse por meio de palavras, e não por atos de agressão contra si e contra os outros. Então, aprenda e ensine amor-próprio, pois o amor -próprio é uma ferramenta poderosa para a sobrevivência. 



Todos os direitos reservados a Julcinéa Maria Tauil (Néa Tauil)
Néa Tauil - Idealizadora do movimento social - Família EU: educando para o amor-próprio.
Site: www.familiaeu.com.br
Página Facebook: /familiaeu8 – Instagram: familia.eu –