Por Néa Tauil
Você sabia que AMOR-PRÓPRIO PODE PREVENIR DEPRESSÃO? Assista ao vídeo descubra. Também vou deixar aqui o link do meu livro AME-SE - Guia para praticar AMOR-PRÓPRIO como o Girassol. Ele pode ser o seu guia nessa caminhada em busca do amor-próprio.Clique aqui * Link do ebook - 👉 https://guia-ame-se.my.canva.site/ NÉA TAUIL #shorts Psicóloga, psicoterapeuta, palestrante e idealizadora do Movimento Família EU: educando para o AMOR-PRÓPRIO CRP 07/10971 Site: www.familiaeu.com.br E.mail: familiaeu8@gmail.com MANTENHA-SE LIGADO(A) EM NOSSAS REDES SOCIAIS - Youtube: https://www.youtube.com/@psicologaneatauil - Instagram: http://www.instagram.com/@psicologaneatauil - Facebook: https://www.facebook.com/familiaeu8 - Instagram: https://www.instagram.com/movimentofamiliaeu #movimentofamiliaeu #amorproprio #psicoterapia #viralvideoEste é o blog da Psicóloga Néa Tauil, presidente do Movimento Família EU: educando para o amor-próprio. Foi criado para ser um espaço dedicado a tratar de temas ligados ao Amor-Próprio e a Família EU ( eu físico, eu mental, eu emocional, eu sexualidade, eu profissional, eu financeiro, eu tecnológico, eu social, etc.) Ao mesmo tempo, fornecer dicas para ajudar você a tomar posse de si, tornando-se seu próprio mentor e responsabilizando-se pelas próprias escolhas para viver melhor.
Mostrando postagens com marcador prevenção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador prevenção. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 13 de outubro de 2025
sábado, 5 de outubro de 2024
AMOR-PRÓPRIO PREVINE DEPRESSÃO
Por Néa Tauil
RECORTE DA LIVE: PODEMOS PREVENIR DEPRESSÃO, realizada no dia 23/08/24, no PROGRAMA HORIZONTES da RÁDIO MANAWA. Confira !
Vou deixar aqui o link do meu livro que mostrei na live: AME-SE - Guia para praticar AMOR-PRÓPRIO
como o Girassol. Clique aqui http://guia-ame-se.my.canva.site/ e bora baixar o seu guia digital AME-SE para começar a praticar AMOR-PRÓPRIO como o GIRASSOL.
NÉA TAUIL
Psicóloga, psicoterapeuta, palestrante e idealizadora do Movimento Família EU:
educando para o AMOR-PRÓPRIO
CRP 07/10971
Site: www.familiaeu.com.br
E.mail: familiaeu8@gmail.com
MANTENHA-SE LIGADO(A) EM NOSSAS REDES SOCIAIS
- Youtube: https://www.youtube.com/@movimentofamiliaeu
- Facebook: https://www.facebook.com/familiaeu8
- Instagram: https://www.instagram.com/movimentofamiliaeu
#movimentofamiliaeu #amorproprio #psicoterapia
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
SAÚDE MENTAL: COMO VAI A SUA?
A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem uma definição simples porém verdadeira do termo Saúde: um completo estado de bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças ou demais enfermidades. A maior parte das pessoas, quando ouvem falar em “Saúde Mental” pensam em “Doença Mental”. Mas, a saúde mental implica muito mais que a ausência de doenças mentais.
Pessoas mentalmente saudáveis compreendem que ninguém é perfeito, que todos possuem limites e que não se pode ser tudo para todos. Elas vivenciam diariamente uma série de emoções como alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração. São capazes de enfrentar os desafios e as mudanças da vida cotidiana com equilíbrio e sabem procurar ajuda quando têm dificuldade em lidar com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida. A Saúde Mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza seus desejos, capacidades, ambições, idéias e emoções.
MAIS INFORMAÇÃO, MENOS PRECONCEITO
Até recentemente, a ideia dominante era a de que o termo Saúde Mental se referia apenas ao oposto de Doença (ou doente) Mental. Desta forma, quem buscava os serviços de saúde mental, automaticamente recebia o rótulo e o estigma de doente ou “louco”. Ora, eu posso fazer uma bateria de exames para averiguar se meu coração está Ok, sem precisar ter um diagnóstico de doença. Se os resultados não apontarem nada, é sinal que ultimamente tenho cuidado bem da minha “bomba de sangue” e basta então seguir outras orientações que meu cardiologista possa me dar para que tudo continue indo às mil maravilhas. E isso vale para qualquer outra especialidade da área da saúde, exceto para a Mental. E qual o motivo? Preconceito. Esta é a primeira barreira a ser exterminada. Se estou passando por problemas ou situações as quais não estou conseguindo administrar sozinho, por que não procurar ajuda? Ou será que deveria “ir levando” o sofrimento até que algo mais grave se instaure?
CAMPANHA JANEIRO BRANCO
Em outubro de 2013, inspirado pela Campanha Outubro Rosa daquele ano, psicólogos e psicólogas de Uberlândia (MG) tiveram uma ideia: ¨ virada de ano é um período em que as pessoas entram em um movimento espontâneo de avaliação das suas próprias vidas e, janeiro, o primeiro mês do ano, é um mês terapêutico por natureza - vamos, então, aproveitá-lo e instigar as pessoas a pensarem sobre Saúde Mental, sentidos de vida, propósitos existenciais, qualidade de relacionamentos, equilíbrio emocional e se são, ou não, verdadeiramente felizes¨.
A ideia era aproveitar a posição estratégica, assim como o perfil introspectivo do mês de Janeiro, e chamar a atenção das pessoas para essas questões de ordem psicológica-existencial, incentivando-as a tomarem o início do ano como um ponto de partida privilegiado para pensarem sobre as suas condições psicológicas e investirem em mais Saúde Mental em suas vidas ao longo de todo o tempo.
Assim nasceu a Campanha Janeiro Branco – uma campanha totalmente dedicada à conscientização e à prevenção em relação à Saúde Mental, uma campanha concebida por psicólogos(as) e realizada por psicólogos(as) e estudantes em parceria com todos os demais profissionais do universo da Saúde.
Assim nasceu a Campanha Janeiro Branco – uma campanha totalmente dedicada à conscientização e à prevenção em relação à Saúde Mental, uma campanha concebida por psicólogos(as) e realizada por psicólogos(as) e estudantes em parceria com todos os demais profissionais do universo da Saúde.
A campanha de 2017 tem por tema Quem Cuida da Mente, Cuida da Vida!
A IMPORTÂNCIA DO JANEIRO BRANCO
Em uma época em que as taxas de suicídio, depressão e ansiedade têm crescido de forma exponencial em todo o mundo - segundo dados dos Ministérios da Saúde de todos os países do planeta e da Organização Mundial de Saúde -, a Campanha Janeiro Branco justifica-se como uma importante ação preventiva em relação a essas graves questões e, fundamentalmente, como uma necessária campanha voltada à promoção de mais Saúde Mental nas vidas das pessoas e à democratização, em meio à humanidade, dos conhecimentos relacionados a esse objetivo.
A IMPORTÂNCIA DO JANEIRO BRANCO
Em uma época em que as taxas de suicídio, depressão e ansiedade têm crescido de forma exponencial em todo o mundo - segundo dados dos Ministérios da Saúde de todos os países do planeta e da Organização Mundial de Saúde -, a Campanha Janeiro Branco justifica-se como uma importante ação preventiva em relação a essas graves questões e, fundamentalmente, como uma necessária campanha voltada à promoção de mais Saúde Mental nas vidas das pessoas e à democratização, em meio à humanidade, dos conhecimentos relacionados a esse objetivo.
OS 5 PRINCIPAIS OBJETIVOS DA CAMPANHA
1- Fazer do mês de Janeiro o marco temporal estratégico para que todas as pessoas do mundo reflitam, debatam e planejem ações em prol da Saúde Mental e da Felicidade em suas vidas ao longo de todo o ano;
2- Chamar a atenção de todo mundo para o tema da Saúde Mental, nas vidas das pessoas;
3- Aproveitar o início de todo o ano para incentivar a pensarem a respeito das suas vidas, e dos seus relacionamentos e do que andam fazendo para serem verdadeiramente felizes;
4- Chamar a atenção para pensarem a respeito do que precisam mudar em suas vidas para serem, realmente felizes;
5- Mostrar às pessoas que sempre é possível o fechamento e a abertura de novos ciclos em busca da felicidade em suas vidas - afinal, ano novo, vida nova e mente nova!
2- Chamar a atenção de todo mundo para o tema da Saúde Mental, nas vidas das pessoas;
3- Aproveitar o início de todo o ano para incentivar a pensarem a respeito das suas vidas, e dos seus relacionamentos e do que andam fazendo para serem verdadeiramente felizes;
4- Chamar a atenção para pensarem a respeito do que precisam mudar em suas vidas para serem, realmente felizes;
5- Mostrar às pessoas que sempre é possível o fechamento e a abertura de novos ciclos em busca da felicidade em suas vidas - afinal, ano novo, vida nova e mente nova!
COMO JANEIRO BRANCO PODE AJUDAR AS PESSOAS?
1- Incentivando-as a pensar: o ano mudou - vamos mudar de vida também?
2- Convidando-as a entender: assim como os anos, a vida é feita de ciclos - devemos concluir aqueles que não nos fazem bem e iniciar os que nos farão felizes!
3- Fazendo-as perceber: a virada de ano é um momento simbólico que a humanidade criou para pensar sobre si mesma - essa é a boa hora para aproveitarmos o exemplo e fazermos o mesmo em relação a nossas próprias vidas!
4- Encorajando-as a responder: janeiro abre as portas de um novo ano para todos - será mesmo que precisamos repetir as escolhas ou condições do ano que passou e que nos impediram de ser, verdadeiramente, felizes?
5- Motivando-as a calcular: um novo ciclo de 12 meses está se abrindo a nossa frente - há tempo de sobra para qualquer um de nós fazer por onde ser feliz e ajudar aos outros nessa tarefa.
SEM SAÚDE MENTAL, NÃO HÁ SAÚDE!
Fonte: janeirobranco.com.br
Psicoterapia Beneficia as Pessoas - psicologaneatauil.blogspot.com
contato: neatauil@gmail.com
SEM SAÚDE MENTAL, NÃO HÁ SAÚDE!
Fonte: janeirobranco.com.br
Psicoterapia Beneficia as Pessoas - psicologaneatauil.blogspot.com
contato: neatauil@gmail.com
domingo, 28 de agosto de 2016
DEPENDÊNCIA AFETIVA NA RELAÇÃO AMOROSA
Por Néa Tauil
Do ponto de vista da saúde mental, saudável é amar e ser amado na medida certa, porque tanto amor quanto apego em excesso pode por o relacionamento em risco. Mas, de fato, reconhecer o limite entre o amor e a dependência afetiva nem sempre é fácil, pois aprendemos a nos enganar com a ideia de fusão embutida no amor romântico, predominante no imaginário coletivo. Ou seja, aquele amor em que cada um entra com uma metade, tornando-se ¨duas metades de uma só laranja¨.
A questão, entretanto, é: relacionamentos saudáveis são feitos de dois inteiros, não de duas metades e amor é diferente de dependência afetiva. Amor significa respeito, gentileza, troca (dar e receber)... Dependência afetiva é uma necessidade excessiva de ser cuidado, que leva a um comportamento submisso, aderente e de temores a separação. Ela pode sufocar a união, deixá-la sem ar, sem espaço para que apareça a singularidade de cada parceiro. Porém, confundir amor com dependência afetiva é algo bastante comum, pois há muitos adultos que não amadurecem emocionalmente e permanecem como crianças num relacionamento amoroso, chamando de amor, o que na verdade é uma necessidade.
Em geral, a pessoa dependente de afeto necessita da aprovação, aceitação e reconhecimento do outro, para lidar com as situações da vida, já que não acredita no seu próprio valor, no seu poder de tomar decisões e fazer escolhas. A percepção de si mesma é muito frágil. Sente-se incapaz de agir adequadamente, sem o auxílio de outras pessoas, por isso, recorre frequentemente aos outros para ser orientada, ajudada e direcionada.Não acredita na própria capacidade, apresenta baixa tolerância à frustração, pouca capacidade para o sofrimento e ilusão de permanência. Associadas a essas dificuldades, também são apresentadas vulnerabilidade ao sofrimento, o medo do abandono, a baixa autoestima e os problemas de autoconceito (WALTER RISO, 2011). Tende a se anular por um lado e, por outro, a cobrar em demasia. Há casos em que a dependência é tão intensa e as crises de abstinência tão fortes que chega ao ponto de aprisionar o(a) parceiro(a), ou de desejar que este(a) adivinhe suas necessidades, sentimentos, dificuldades, e tende a atribui-lo(a) a responsabilidade do seu próprio bem-estar. Muitas vezes, depender de afeto conduz o dependente a aceitar qualquer tipo de relação, por medo de perder a outra pessoa, de ser abandonado e, muitas vezes, tolera todos os tipos de abusos - desde o físico, psicológico e até o sexual.
Estudos comprovam que a tendência para a pessoa desenvolver dependência afetiva, na vida adulta, está relacionada tanto à falta quanto ao excesso na demonstração de amor, atenção e carinho por parte dos pais/cuidadores. Ou seja, se as primeiras experiências afetivas das crianças forem frustrantes, insatisfatórias e frias, vividas na relação com pais negligentes, ausentes ou aqueles excessivamente rígidos e incapazes de demonstrar afeto, levando as crianças a não se sentirem amadas, queridas e importantes - na vida adulta - normalmente irão sentir a necessidade, quase que vital, de depender do amor de outra pessoa, já que não viveram isso em sua fase mais precoce. Por outro lado, se os pais forem superprotetores, sempre cobrindo os filhos de cuidados excessivos, tentando poupá-los de toda e qualquer frustração, sofrimento, angústia, dificuldades, problemas, isso, de certa forma, promoverá um descrédito na capacidade deles, além de desenvolver uma inabilidade para solucionar seus próprios problemas, gerada pelo medo de errar, em um processo crescente, que culmina na incapacidade de gerenciar a própria vida quando adultos, pois passam de crianças mimadas a adultos frustrados, que não conseguem abandonar o modelo infantil ao se relacionar com a realidade, andando sobre ilusões, sem autonomia e, consequentemente, sem independência.
De forma mais específica, pode-se dizer que por trás de toda dependência há medo e, mais ainda, algum tipo de incapacidade. Por exemplo: se sou incapaz de tomar conta de mim mesmo, terei medo de ficar só e me apegarei às fontes de segurança disponíveis representadas por diferentes pessoas (WALTER RISO, 2011). Na dependência afetiva, essas pessoas ou objetos têm uma única função para o dependente afetivo: dar a sensação de segurança que precisa para suportar problemas, tensões e dificuldades pessoais ou sociais. Infelizmente, o resultado é o vício afetivo que tem as características destrutivas como a de qualquer outra adição. Adição é o vício, e geralmente está relacionado às drogas ilícitas. Mas a adição pode também significar qualquer dependência psicológica ou compulsão, como jogo (bingo, pôquer, etc), comida, sexo, pornografia, internet, vídeo games, exercício físico, trabalho, compras, etc. A diferença entre o vício afetivo e os outros é a de que para o mal do amor não existem campanhas divulgando prevenção ou tratamento.
Todos os direitos reservados a Julcinéa Maria Tauil (Néa Tauil)
Psicoterapia Beneficia as Pessoas - http://psicologaneatauil.blogspot.com
Referência:
Riso, Walter. Amar ou Depender? Porto Alegre - RS: L&PM, 2011.
segunda-feira, 29 de julho de 2013
POR UMA SOCIEDADE PLURAL
Por Néa Tauil
Hoje, apesar do enorme volume de informações de que dispomos acerca da sexualidade, tal conhecimento não se mostra suficiente para eliminar a discriminação, o estigma, o medo e a violência que impõe ameaças reais para muitas pessoas.
Foi uma vivência única participar do Debate Diálogos promovido pela Secretaria Executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social ( CDES-RS), com a apresentação do Sistema Nacional de Promoção de Direitos e Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), Maria do Rosário.
A questão da sexualidade, bem como de sua prática, é na sociedade brasileira um fenômeno que precisa ocupar um lugar privilegiado nas discussões acadêmicas, passando pelas preocupações e a construção de projetos na área de Saúde Pública, até a elaboração de planos de governo de cunho eminentemente político.
No ano passado, segundo o relatório divulgado pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH), foram registrados 3.084 denúncias de violência contra homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais; e mais de 9,9 mil violações de direitos relacionados à população LGBT. A estatística envolve 4,8 mil vítimas e 4,7 mil acusados. Esses números indicam aumento de denúncias e de vítimas envolvidas.
Uma importante contribuição para a prevenção contra a homofobia seria por meio de uma verdadeira educação para a sexualidade, as práticas sexuais, o respeito à diversidade de expressões, direito à não-violência e à igualdade para todos independente do gênero e da orientação sexual.
Podemos contribuir e construir uma sociedade em que as pessoas devem se sentir confiantes e seguras ao expressar a sua própria identidade sexual.
Hoje, apesar do enorme volume de informações de que dispomos acerca da sexualidade, tal conhecimento não se mostra suficiente para eliminar a discriminação, o estigma, o medo e a violência que impõe ameaças reais para muitas pessoas.
Foi uma vivência única participar do Debate Diálogos promovido pela Secretaria Executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social ( CDES-RS), com a apresentação do Sistema Nacional de Promoção de Direitos e Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), Maria do Rosário.
A questão da sexualidade, bem como de sua prática, é na sociedade brasileira um fenômeno que precisa ocupar um lugar privilegiado nas discussões acadêmicas, passando pelas preocupações e a construção de projetos na área de Saúde Pública, até a elaboração de planos de governo de cunho eminentemente político.
No ano passado, segundo o relatório divulgado pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH), foram registrados 3.084 denúncias de violência contra homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais; e mais de 9,9 mil violações de direitos relacionados à população LGBT. A estatística envolve 4,8 mil vítimas e 4,7 mil acusados. Esses números indicam aumento de denúncias e de vítimas envolvidas.
Uma importante contribuição para a prevenção contra a homofobia seria por meio de uma verdadeira educação para a sexualidade, as práticas sexuais, o respeito à diversidade de expressões, direito à não-violência e à igualdade para todos independente do gênero e da orientação sexual.
Podemos contribuir e construir uma sociedade em que as pessoas devem se sentir confiantes e seguras ao expressar a sua própria identidade sexual.
Diálogos CDES - RS são espaços de debates, temáticos ou regionais, abertos à participação da sociedade civil, onde se promovem a escuta e a troca de ideias sobre temas relativos ao desenvolvimento econômico e social.
Psicoterapia Beneficia as Pessoas! http://psicologaneatauil.blogspot.com
Assinar:
Postagens (Atom)


