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quarta-feira, 20 de junho de 2018

Entrevista sobre o EU SEXUALIDADE, DA FAMÍLIA EU, no programa Fortunati. com - TV URBANA - Porto Alegre - RS

Por Néa Tauil


Os tempos atuais demandam um avanço em nossa compreensão acerca do humano e uma proposição de soluções aos desafios que enfrentamos nos mais diferentes níveis.

Assim, no dia 24 de maio, estive no programa Fortunati.com para falar sobre o EU Sexualidade, da Família EU, pois um dos propósitos do movimento Família EU é chamar a atenção das pessoas para a existência dos muitos eus (eu físico, eu mental, eu emocional, eu social, eu sexualidade e muitos outros) que formam o nosso EU, que se interligam entre si, resultando no que podemos chamar de ser humano. 

O eu sexualidade é uma energia que motiva encontrar o amor, contato e intimidade, e se expressa na forma de sentir, nos movimentos das pessoas e como estas tocam e são tocadas. O eu sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, ações e integrações, portanto, a saúde física e mental. A educação sexual é uma necessidade. Ela deve ser dada na família, na escola, debatida nas igrejas, nos consultórios, nas conversas, nos livros, nas revistas. Devemos facilitar o crescimento e não impedi-lo. Saiba mais assistindo o vídeo abaixo.




Todos os direitos reservados a Julcinéa Maria Tauil - (Néa Tauil)

#amorpropriobeneficiaaspessoas  #educandoparaoamorpróprio
Família EU - movimento social:educando para o amor-próprio
Foto: Linda Medeiros, José Fortunati e Néa Tauil
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sexta-feira, 25 de maio de 2018

PALESTRA FAMÍLIA EU - Contribuindo para transformar vidas!


Por Néa Tauil





No dia 10 de maio, foi incrível a palestra sobre a Família Eu - movimento social: educando para o amor-próprio, realizada na Faculdade São Francisco de Assis - UNIFIN - Porto Alegre - RS, para os alunos do curso de Psicologia, (disciplina psicologia social). A participação de cada um dos alunos, que além de acolhedora, foi de muito envolvimento com o tema, o que possibilitou um feedback positivo sobre o movimento.


A Família EU foi  planejada para promover o amor-próprio como uma possibilidade de solução para um mundo melhor, pois quando damos a nós próprios exatamente aquilo que necessitamos, seja um elogio, seja um presente, seja um gesto gentil, e quando nos sentimos plenos e seguros, temos vontade de dar amor ao próximo. 

 


Em outras palavras, todos nós gostamos de carinho, afeto, consideração, respeito, mas, primeiro devemos receber de nós mesmos, pois os outros entram em nossa sintonia e repetem o que emanamos. Então, vamos pensar diferente para ter uma vida renovada por novos valores, novas perspectivas, vamos também olhar para dentro de nós e atuar. Juntos, podemos mudar o cenário atual da nossa sociedade, onde a máxima ¨ama teu próximo como a ti mesmo ¨ foi substituída pela ¨odeie teu próximo como a ti mesmo¨, pois é uma obrigação real, para consigo mesmo e com a sociedade, amar-se o máximo que puder, já que somente assim será capaz de amar os outros o máximo possível.




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sábado, 14 de abril de 2018

ENTREVISTA TV URBANA - ASSUNTO: FAMÍLIA EU


Por Néa Tauil


O movimento social Família Eu: educando para o amor-próprio, trata-se de um movimento dedicado a convidar as pessoas a se amarem e, a partir daí, ganharem coragem e confiança para pensar, reconhecer, entender, entrar em acordo, aprender a cuidar e aceitar os seus muitos eus, sem necessariamente gostar nem concordar com todos os sentimentos ou cada componente desses eus. Isso quer dizer que quando reconhecemos a nós mesmos como seres humanos, nos vemos com olhos mais compreensivos, aceitamo-nos e podemos aprovar a totalidade de nosso ser, embora não estejamos de acordo com todas as características dos nossos diversos eus. Saiba mais assistindo a entrevista realizada com a psicóloga /  psicoterapeuta Néa Tauil (idealizadora do movimento) no programa FORTUNATI.COM - TV URBANA


sábado, 31 de março de 2018

AMOR-PRÓPRIO ME FEZ UMA PESSOA MELHOR

Por Néa Tauil
Quanto maior for a disposição em olhar para si mesmo, maior será sua capacidade de enfrentar a realidade com seus problemas e desafios - ao invés de ser engolfados por eles - o respeito por si mesmo só crescerá, fazendo valer seus pensamentos, sentimentos, ideias e valores. Certamente, ficará mais confiante para fazer suas escolhas, responsabilizando-se por elas. Sentir-se-á mais confortável e fortalecido para se provar diante de qualquer circunstância, seja ela boa ou má, certa ou errada. 

De fato, amar a si mesmo não é apenas o ponto de referência para saber quanto se deve amar os outros (¨ama teu próximo como a ti mesmo); parece agir como um fator de proteção contra o surgimento de transtornos psicológicos, como fobias, depressão, estresse, ansiedade, insegurança interpessoal, alterações psicossomáticas, problemas de relacionamento, baixo rendimento acadêmico e profissional, abuso de substâncias nocivas, problemas de imagem corporal, incapacidade para regular as emoções e muitos outros. Ou seja, amor-próprio é um gerador de bem-estar e qualidade de vida. Assim, podemos afirmar que temos a capacidade de construir uma vida saudável ou uma vida de doenças, dependendo do modo como nos relacionamos conosco mesmos e da maneira como buscamos manter as relações a nossa volta.

Isto é, você pode pensar que é lindo, eficiente, interessante, inteligente e bom, ou o contrário (feio, ineficiente, chato, tolo e mau). Cada um desses qualitativos é o resultado de uma história prévia, na qual, você foi gestando uma “teoria” sobre si mesmo que, hoje, está dirigindo a sua vida. Por exemplo: você pode estar preso à crença de que é um perdedor. Então, acredita -se que é um perdedor, não vai tentar ganhar. Vai dizer a si mesmo: “Para que tentar? Eu não consigo ganhar”. Nota-se nesse exemplo, que dependendo da teoria que dirige a vida de uma pessoa, ela pode repetir obsessivamente - sem perceber - tanto atitudes saudáveis quanto atitudes erradas que levam ao fracasso, pois há muitos “ eus “ dentro do nosso eu compondo a teoria que cada um tem sobre si mesmo e, o modo como lida com esses “eus” faz toda a diferença na maneira de atuação em relação a si mesmo e aos outros.

Infelizmente, a maior parte das pessoas não querem saber nada sobre a história que deu origem a teoria que praticam e, dessa forma, não sabem que, no fundo, são continuamente afetados por ela. Isto é, a teoria que cada um tem sobre si mesmo rege a incidência e a reincidência dos episódios felizes e infelizes que constroem a nossa existência. Então, a pergunta que não quer calar: a sua teoria está conduzindo você a repetir episódios felizes ou infelizes? 




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Família EU - movimento social: educando para o amor-próprio
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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

FAMÍLIA EU - Movimento Social: educando para o amor-próprio

Por Néa Tauil


Da história

Ao longo de mais de vinte anos, como psicóloga / psicoterapeuta, venho escutando e conversando com mulheres, homens, famílias, casais e grupos. Todos  impulsionados pela procura de tratamento psicológico, em decorrência de depressão, fobias, estresse, ansiedade, insegurança interpessoal, alterações psicossomáticas, problemas de relacionamento, baixo rendimento escolar e profissional, abuso de substâncias nocivas, problemas de imagem corporal, sexualidade, tentativa de suicídio, automutilação, incapacidade para regular as emoções e, assim por diante. Mas, também foi escutando, conversando e me envolvendo com pessoas - como psicoterapeuta - que testemunhei a relação entre o surgimento desses transtornos com a  visão negativa que a pessoa tem de si mesmo. São muitas as pessoas que não se amam, que se sentem incomodadas em relação a si mesmas, com uma noção generalizada de falta de valor pessoal, desconhecendo o seu próprio potencial e domínio,  para se sobrepor a qualquer  erro ou fracasso, carregando na vida adulta a crença dolorosa de que é errada, inadequada, que não é apta, vivendo paralisada por medo de ser ridicularizada, além de ser uma presa fácil de ser manipulada, por não conseguir gerenciar-se na vida. Foi ainda, no meu consultório, escutando e dialogando com pessoas,  que no decorrer do processo terapêutico, vi  suas vidas se transformarem ao aprenderem a amar e cuidar de si mesmas. Participei de suas vitórias, batalhas psicológicas, conquistas e da força encontrada no amor-próprio. Assim, posso dizer que foi o trabalho - que tenho o privilégio de realizar - que me permitiu criar a Família Eu - movimento social: educando para o amor-próprio, possibilitando levar, para fora do consultório, ideias e ações voltadas para amor-próprio, para que possamos viver em um mundo melhor, com uma humanidade mais feliz, com mais amor e mais responsabilidade em relação a si mesma, aos seus diversos eus e aos outros.

Do nome

A escolha do nome Família EU tem como propósito chamar a atenção das pessoas para a existência dos muitos eus (eu físico, eu mental, eu emocional, eu social, eu sexualidade e muitos outros) que formam  o nosso EU, que se interligam entre si resultando no que podemos chamar de ser humano. Também tem o propósito de  chamar a atenção para o fato de que cada eu possui uma necessidade essencial, que requer atenção e, quando optamos por ignorar constantemente as necessidades dos nossos muitos eus, corremos o perigo de perdermos o controle do nosso comportamento e nos tornarmos os nossos piores inimigos, pois a negação da nossa condição humana, em sua totalidade, limita o que conseguimos ver em nós mesmos e nos outros, além de cortar nossa ligação com o próprio recurso de que precisamos para viver uma vida plena, feliz e bem-sucedida.

Do movimento

Oficialmente, a Família EU surgiu no dia 28 de fevereiro de 2018. Trata-se de um movimento dedicado a convidar as pessoas a se amarem e, a partir daí, ganharem coragem e confiança para pensar, reconhecer, entender, entrar em acordo, aprender a cuidar e aceitar os seus muitos eus, sem necessariamente gostar nem concordar com todos os sentimentos ou cada componente desses eus. Isso quer dizer que quando reconhecemos a nós mesmos como seres humanos, nos vemos com olhos mais compreensivos, aceitamo-nos e podemos aprovar a totalidade de nosso ser, embora não estejamos de acordo com todas as características dos nossos diversos eus.

Trata-se, na verdade, de um movimento que pretende mobilizar as pessoas, com dicas e reflexões que têm o poder de chamar a atenção de todos para o amor-próprio, pois amar-se é saber apreciar-se e  avaliar-se com discernimento e não com julgamento. É estar bem consigo mesmo respeitando a  própria essência. É olhar-se com consideração e devida atenção. É sentir os próprios valores como aceitáveis e naturais. Amar-se é reconhecer e aprovar seus limites e suas capacidades. É tomar posse de si, tornando-se seu próprio mentor e responsabilizando-se pelas próprias escolhas. Isso quer dizer que temos a capacidade de construir uma vida saudável ou uma vida de doenças, dependendo do modo como nos relacionamos conosco mesmos e da maneira como buscamos manter as relações a nossa volta.

Sem dúvidas, trata-se, ainda, de um movimento que vem desconstruir ideias errôneas sobre o amor-próprio. Por exemplo: para muitas pessoas, o amor-próprio está associado à ideia de egoísmo e este a algo ruim, nutrindo a crença de que todo nosso amor e toda nossa estima deve ser focada no outro.Talvez, essa associação esteja relacionada ao que foi ensinado sobre o egoísmo, pois normalmente, é visto como algo negativo e, de muitas maneiras, parece ter sido confundido com egocentrismo.  Mas, cabe lembrar que a definição de  "egocêntrico" é "estático ou estacionário, um centro ao redor do qual as coisas se movem; ocupado ou preocupado somente consigo mesmo". Porém, egoísta no sentido da autoestima, envolve relação consigo mesmo. O eu não é o centro ao redor do qual os outros se movem. Não se exige de ninguém a percepção do eu como centro de algo. Egoísta é aquele que se basta. O foco é simplesmente tomar conta do ego. Para cuidar de nós, atender nossas necessidades e nossos desejos, devemos concentrar a atenção em nós mesmos, pois se não pudermos cuidar e amar a nós mesmos, como seremos capazes de amar e cuidar do outro?

De fato, a Família EU foi  planejada para promover o amor-próprio como uma possibilidade de solução para um mundo melhor, pois quando damos a nós próprios exatamente aquilo que necessitamos, seja um elogio, seja um presente, seja um gesto gentil, e quando nos sentimos plenos e seguros, temos vontade de dar amor ao próximo. Em outras palavras, todos nós gostamos de carinho, afeto, consideração, respeito, mas, primeiro devemos receber de nós mesmos, pois os outros entram em nossa sintonia e repetem o que emanamos. Então, vamos pensar diferente para ter uma vida renovada por novos valores, novas perspectivas, vamos também olhar para dentro de nós e atuar. Juntos, podemos mudar o cenário atual da nossa sociedade, onde a máxima ¨ama teu próximo como a ti mesmo ¨ foi substituída pela ¨odeie teu próximo como a ti mesmo¨, pois é uma obrigação real, para consigo mesmo e com a sociedade, amar-se o máximo que puder, já que somente assim será capaz de amar os outros o máximo possível.





Movimento idealizado e desenvolvido pela psicóloga / psicoterapeuta Néa Tauil

Todos os direitos reservados a Julcinéa Maria Tauil (Néa Tauil)


Mais informações:

página facebook: Família Eu - fb.me/familiaeu8
e-mail: familiaeu8@gmail.com
Instagram: familia.eu
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#familiaeueducandoparaoamorproprio
#educandopraoamorproprio






domingo, 21 de janeiro de 2018

QUANDO CONSULTAR UM(A) PSICOTERAPEUTA?


Por Néa Tauil



Apoiando a Campanha Janeiro Branco, aproveito o momento para falar sobre algumas situações, nas quais deve-se consultar um(a) psicoterapeuta (psicólogo(a) que trabalha com psicologia clínica), já que Janeiro Branco é uma Campanha totalmente dedicada a colocar os temas da Saúde Mental em máxima evidência, no mundo, em nome da prevenção e do combate ao adoecimento emocional da humanidade, bem como convidar as pessoas a pensarem sobre o sentido e o propósito das suas vidas, a qualidade dos seus relacionamentos e o quanto elas conhecem sobre si mesmas, suas emoções, seus pensamentos e sobre os seus comportamentos

Desde quando Freud inventou a terapia pela palavra, este método foi questionado, derrubado, reerguido e reformulado. Hoje, sua influência está dispersa em centenas de correntes, algumas mais, outras menos freudianas. O fato é que, independente da abordagem teórica do profissional, a relação terapêutica se alicerça nos princípios do respeito pelo ser humano, pela empatia do psicoterapeuta pelo sofrimento do paciente (evitando julgamentos de ordem moral ou religiosa) e pelo sigilo absoluto dos conteúdos trazidos em sessão.

Importa aqui dizer que a psicoterapia é um modo de cuidar das diversas formas, com as quais o sofrimento humano pode se manifestar. É uma  ferramenta útil em diversos momentos e em diversas  circunstâncias da vida de uma pessoa, pois dela pode-se obter muitos benefícios para si mesmo e, consequentemente, para aqueles com quem convive. Veja abaixo alguns exemplos básicos de situações nas quais consultar um(a) psicoterapeuta pode fazer toda a diferença na sua vida:

  • quando os dias se sucedem e você não vê graça, nem sentido, em acordar, sair da cama e fazer as milhares de coisas que a vida, o mundo e as pessoas esperam de você;
  • quando você percebe que seus sentimentos, pensamentos e/ou comportamentos estão lhe provocando prejuízos pessoais e/ou sociais, angústias, tristezas ou quaisquer outras sensações desagradáveis e das quais você não consegue se ver livre;
  • quando a sua relação com você mesmo, com o mundo e/ou com as outras pessoas não ocorre mais de uma maneira saudável, satisfatória e capaz de produzir bons sentimentos de realização pessoal e social em você;
  • quando a sua relação com o trabalho gera angústia e sofrimento ao invés de orgulho e sensação de realização profissional em você;
  • quando o seu relacionamento afetivo com a família tornou-se conflituoso, difícil e angustiante;
  • quando as suas expectativas em relação ao seu futuro pessoal e/ou profissional forem pessimistas e obscuras;
  • quando a sua sexualidade e/ou desempenho sexual forem motivos de angústia e/ou ansiedade em sua vida;
  • quando traumas, lembranças e memórias da sua própria vida forem motivos de sofrimento no presente e desesperança em relação ao futuro;
  • quando a família, ou o relacionamento afetivo, ou o trabalho ou qualquer outra situação da sua vida lhe exigir uma decisão muito difícil de ser tomada;
  • quando inesperados e/ou dolorosos novos acontecimentos em sua vida deixaram-lhe com uma sensação interminável de impotência, tristeza ou angústia;
  • quando você se dá conta de que todas as situações anteriormente apresentadas são passíveis de ocorrer na vida de qualquer pessoa e que, portanto, é possível prevenir-se conhecendo-se melhor e trabalhando as suas próprias características subjetivas.
Se você se identificou com alguma das possibilidades apresentadas na lista, considere a possibilidade de cuidar de si mesmo por meio da psicoterapia, pois "quem cuida da mente, cuida da vida." Quando a nossa mente está em paz, todo o resto da vida fica mais fácil, afinal,  Saúde Mental é condição para uma vida feliz e com qualidade existencial.




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Referência:

www.janeirobranco.com.br 
www.academiadopsicologo.com.br

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Pensamentos e Emoções Influenciam a Saúde do Corpo

Por Néa Tauil



Para algumas pessoas, ainda é difícil entender como pensamentos e emoções  podem interferir  na saúde do corpo. Mas, as pesquisas comprovam que os fatores emocionais  e os fatores físicos não agem isoladamente. A mente cheia de pensamentos positivos (funcionais) ou negativos (disfuncionais)  atua como um estímulo criador de emoções que afetam o corpo, de forma positiva ou negativa, estimulando a produção de hormônios que promovem saúde ou doença.

De acordo com Nascimento e Quinta (1998), cada emoção está associada a um tipo de hormônio. Existem os chamados "hormônios da saúde" e os "hormônios da doença". Os hormônios da saúde são liberados pelo corpo diante de um estado emocional (alegria, prazer, afeto, senso de humor, motivação, otimismo, relaxamento, entre outros.) que  desencadeia o bem-estar e melhora o sistema imunológico da pessoa. Por exemplo: relembrar momentos felizes pode aumentar diretamente os níveis de serotonina e evitar que você fique com o pensamento fixado em momentos menos felizes, caso tenha inclinação à depressão. O hormônio serotonina melhora o humor, combate a insônia, melhora a qualidade do sono, reduz a ansiedade, promove o bem-estar, combate o estresse e a depressão, favorece o relaxamento e, consequentemente, a saúde. Em contra partida, os "hormônios da doença" são liberados pelo corpo diante de um estado emocional (ansiedade, tristeza, medo, orgulho, ódio, estresse, maldade, angústia, depressão, preocupação, etc.) que favorece a vulnerabilidade às doenças, como também dificulta a recuperação, por interferir no sistema imunológico da pessoa. Por exemplo: remoer  - durante apenas cinco minutos - uma lembrança em que você sentiu raiva, permite que o seu organismo produza o hormônio cortisol. Este tem papel importante no organismo, ou seja, ele é necessário para manter o equilíbrio físico. Porém, quando em excesso - no sangue - pode reduzir a imunidade, deixando o organismo vulnerável a doenças.

Sem dúvida, o que pensamos influencia o que sentimos e, conseqüentemente, o nosso corpo e comportamentos. Em uma pesquisa realizada com mais de 600 oncologistas de todas as partes do mundo, para os médicos entrevistados, 95% deles, o que curou os pacientes foi a mudança de comportamento. Os enfermos que cultivaram os pensamentos e emoções de amor, esperança, fé, determinação, gratidão e otimismo alcançaram chances de vencer o câncer. O mesmo vale para aftas, enxaquecas, dores no corpo, insônia, herpes e outros. 

Como vimos, o tempo todo os nossos pensamentos e as nossas emoções (medo, tristeza, raiva, alegria, nojo, etc.) se refletem no nosso corpo e podem influenciar de maneira positiva ou negativa a saúde. Porém, não podemos “controlar” nossos pensamentos e emoções, mas podemos aprender a gerenciá-los. Para isso, é preciso cuidar da parte psíquica, pois o equilíbrio necessário para gerenciar os pensamentos e as emoções  está justamente  no processo de autoconhecimento - já que saber de si, conhecer-se e gradualmente amadurecer é o que de fato ajuda e possibilita mudar os modelos mentais que causam males físicos.


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contato: neatauil@gmail.com

Referência:

Nascimento, E. e Quinta, E.M. Terapia do Riso. São Paulo: Harbra, 1988.