Mostrando postagens com marcador MEDO IMAGINÁRIO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MEDO IMAGINÁRIO. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de maio de 2025

COMO PERDER O MEDO DA RIQUEZA

Por Néa Tauil

Perder o medo da riqueza pode transformar sua vida por completo. Assista ao vídeo e confira. Também vou aproveitar o momento para deixar aqui o link do meu livro : AME-SE - Guia para praticar AMOR-PRÓPRIO como o Girassol, ele pode ser o seu guia na busca pelo amor-próprio.

Clique aqui * Link do ebook - 👉 https://guia-ame-se.my.canva.site/
NÉA TAUIL Psicóloga, psicoterapeuta, palestrante e idealizadora do Movimento Família EU: educando para o AMOR-PRÓPRIO CRP 07/10971 Site: www.familiaeu.com.br E.mail: familiaeu8@gmail.com MANTENHA-SE LIGADO(A) EM NOSSAS REDES SOCIAIS Youtube: / @psicologaneatauil Facebook: / familiaeu8 Instagram: / movimentofamiliaeu #movimentofamiliaeu #amorproprio #psicoterapi

quinta-feira, 30 de abril de 2020

CORONAVÍRUS: DO MEDO À ANSIEDADE

Por Néa Tauil

O medo é diferente da Ansiedade. Apendendo a diferenciar o medo da ansiedade você irá conseguir identificar quando o medo sinaliza um perigo real ou quando o estímulo que o produz é uma ameaça só na sua imaginação. Saber reconhecer os medos reais e os medos imaginários ajuda você a deixar de se torturar com os medos imaginários, adotando atitudes diferentes diante do novo, do desconhecido e da imprevisibilidade. Assista ao vídeo abaixo e sabia mais! Psicóloga Néa Tauil




Todos os direitos reservados a Julcinéa Maria Tauil (Néa Tauil) - CRP: 07/10971
Psicóloga, psicoterapeuta, palestrante e  presidente do movimento social Família Eu: Educando para o amor-próprio. www.familiaeu.com.br

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

QUANDO O ESTRESSE SE TRANSFORMA EM DOENÇA


Por Néa Tauil



Hoje em dia, fala-se muito a respeito de estresse. Todos parecem estar estressados com alguma coisa, nessa sociedade globalizada e exigente em que vivemos, onde a cobrança, tanto por resultado quanto por padrões, tornou-se cada vez mais recorrente.  Mas, por definição, o estresse é uma resposta física normal para eventos que fazem a pessoa se sentir ameaçada ou quando está sob pressão. Isso significa que o estresse é essencial para a sobrevivência humana porque produz uma reação positiva diante de uma situação ameaçadora ou de risco, motivando a pessoa a agir de maneira rápida para reverter o perigo ou o desconforto. Porém, ele pode ser desmotivador, provocar reações negativas e se transformar em doença. 

Sem dúvida, o estresse possui um lado positivo e outro negativo. E em ambos os lados, o medo está presente, já que é uma emoção  que se manifesta a partir da percepção de perigo ou de algo nocivo, gerando um comportamento defensivo. Ou seja, o medo é fundamental para nos deixar atentos e para contribuir no processo de tomadas de providências, quando surgir um momento adverso.
Certamente, a lista do medo é interminável, todos nós o experimentamos  - isso é normal - pois o medo é um sinal de proteção. No entanto, esse sentimento pode se tornar um produto da nossa imaginação. Muitas pessoas confundem alguns tipos de situações com o medo, enganando-se ao credenciá-lo como ansiedade. A ansiedade é uma espécie de medo criada pela mente. Nesse caso, há o medo do fracasso, de errar, do que os outros possam achar, de ser criticado, de sofrer, etc. Sendo que isso não tem nada a ver com sobrevivência, e, sim, com existência. Isto é, o medo está ligado a um objeto real, por exemplo, medo de ser mordido por um cachorro, ao se deparar com elePois  o animal existe e oferece "perigo", enquanto a ansiedade é algo construído pela mente, como  ocorre no caso da agorafobia (medo de lugares públicos e amplos, onde possa haver aglomeração de pessoas). Ao contrário do que possa parecer, o que está em jogo nesse caso não é o temor da multidão em si, mas a antecipação do risco que pode se configurar. O certo é, ao ficar com a obsessão de que algo ruim poderá acontecer, antecipando o encontro com a situação ou objeto que poderá causar algum mal, a pessoa viverá em constante estado de alerta. E é em decorrência disso que o perigo realmente aparece, porque o cérebro não distingue perfeitamente a imaginação da realidade; nossa fisiologia responde ao que foi projetado no interior de nossa mente (nossa imaginação). 

Isso quer dizer que a reação do corpo diante do perigo real e imaginário é a mesma? Sim, pois como foi dito anteriormente, o estresse é uma resposta física normal para eventos que fazem a pessoa se sentir ameaçada ou quando está sob pressão. Então, ao sentir perigo - seja ele real ou imaginário - as defesas do organismo disparam em alta velocidade em um processo rápido, automático, conhecido como a reação "lutar ou fugir" ou reação ao estresse. Dessa forma, quando a pessoa percebe a ameaça, seu sistema nervoso reage com a liberação de uma inundação de hormônios do estresse, incluindo a adrenalina e cortisol. Esses hormônios despertam  o corpo para ações de emergência.  O coração acelera, os sentidos  são aguçados, os músculos contraem,  as glândulas funcionam diferentemente, a pressão arterial sobe, a respiração encurta. Estas alterações físicas aumentam a força e o vigor, acelera o tempo de reação e aprimora o foco - preparando a pessoa para lutar ou fugir do perigo.  Porém, no medo real, após passar o perigo, o corpo retorna ao seu estado normal, mas no medo imaginário, mantém-se o estado de alerta constante, com isso, chegando ao estresse.

É fato que o estresse faz parte do sistema de mecanismo fisiológico dos homens e animais, que é fundamental para a nossa sobrevivência, sendo gerador de adrenalina. Também, favorece a produção  de cortisol, um hormônio estressor, que ativa as repostas do corpo em posições desfavoráveis, seja elas quais forem (perigo real ou imaginário). O cortisol tem papel importante no organismo e é necessário para manter o equilíbrio físico, porém, quando existe excesso no sangue, deixa de ser útil e começa a causar grandes danos a saúde. Em outras palavras, o mesmo processo cerebral que auxilia a sobrevivência, protegendo o organismo em momentos de estresse agudo, contribui para o seu adoecimento em momentos de estresse crônico.

Podemos afirmar que o estresse não é uma doença. Torna-se, quando passa a ser excessivo (frequente tensão, vigilância em demasia, querer controlar tudo, exigências e preocupações pessoais e profissionais, pressões, comprometimentos exagerados, etc.) desencadeando sofrimento tanto psíquico como físico. Os sintomas psíquicos mais comuns são: memória fraca, introspecção, isolamento, tiques nervosos, desmotivação, irritabilidade, autoritarismo, etc). E os sintomas físicos mais comuns são: indigestão, dores de cabeça, alergias, insônia, diarreia, mudança de apetite, esgotamento físico, gastrite, taquicardia, etc). Além, é claro, dos riscos mais graves, como depressão, infarto, obesidade e muitos outros.

Diante do que foi visto, percebe-se que é extremamente importante conseguir lidar com o estresse e até evitá-lo, já que, quando deixa de ser protetivo e  ultrapassa o limite do que realmente é necessário, gera graves prejuízos. Portanto, a melhor alternativa é a prevenção. Isso quer dizer que se a pessoa vai periodicamente ao médico(a) é necessário ir também a um psicólogo(a) para fazer uma avaliação frequente das suas emoções, relacionamentos, traumas, projetos  de vida, frustrações, vitórias, tomar consciência  dos medos que são reais e dos que são imaginários, entender quais são suas principais necessidades, metas, etc. pois é fato que o autoconhecimento e a autoaceitação podem atuar como agentes para preservar tanto o corpo quanto a mente de certos desconfortos.



Todos os direitos reservado a Julcinéa Maria Tauil (Néa Tauil)
Psicoterapia Beneficia as Pessoas - http://psicologaneatauil.blogspot.com
contato: neatauil@gmail.com

domingo, 25 de outubro de 2015

MEDO: DA PROTEÇÃO À DOENÇA

Por Néa Tauil

O medo é uma emoção necessária para a  proteção e sobrevivência,  mas  pode se tornar um distúrbio quando  passa a ser um medo persistente e exagerado, capaz de impedir  a pessoa de vivenciar relacionamentos amorosos e profissionais gratificantes. Bem como, manter relações sociais com prazer.

É fato que crescemos com medo e muitos desses medos são aprendidos  pelos modelos observados e por todas as experiências vivenciadas dia a dia, principalmente na infância. Uma criança que cresceu em um ambiente familiar, onde o clima emocional era de constante medo, devido à ameaça de violência física, de tortura psicológica, de abandono, de monstros escondidos debaixo da cama e outros, certamente irá aprender a ser medrosa. O medo constante desestabiliza  o ambiente de apoio necessário para que a criança possa crescer, explorar e aprender, deixando-a com um persistente sentimento de apreensão, uma ansiedade geral, que pode prejudicar de modo fundamental a sua maneira de se relacionar com as pessoas e de enfrentar situações novas. As evidências mostram que se o medo não for vencido, pode durar a vida toda. Isso significa que a criança medrosa pode se tornar um adulto com predisposição para os mais variados tipos de transtorno  de ansiedade, que  variam em grau, intensidade, e na forma como se apresentam. 

Em suas variadas manifestações, o medo está associado  tanto à questão biológica quanto à psicológica - que na maioria das vezes - as pessoas não sabem diferenciar. O medo biológico é instintivo e tem a ver com  a preservação física. Tem função mental normal e útil relacionada diretamente com precaução - que é um estado de proteção que tomamos quando existe um perigo real. Exemplo disso é quando a pessoa, ao  atravessar a rua, olha para os dois lados, por medo de ser atropelada. Já o medo psicológico tem a ver com o imaginário, é produto de nossos pensamentos, e passa a ser algo negativo porque a tendência é pensar de maneira catastrófica. A situação de perigo é acionada pela imaginação, diz  respeito à preservação e proteção de nossa imagem, de nosso ideal de personalidade, das crenças que temos a nosso respeito. Por exemplo: evitar situações cotidianas nas quais pode se sentir constrangida, como comer, falar, ou escrever na frente de outras pessoas. Ou seja, o contato com outras pessoas é visto como ameaça, pois pode causar alguma situação de humilhação, a pessoa imagina que pode fazer algo que seja considerado ridículo ou errado, etc.


Como se pode perceber,imaginação ativa o medo, gerando na pessoa uma sensação permanente de que algo desconfortável ou mesmo  catastrófico pode acontecer. Com isso, na tentativa de fugir das ameaças imaginárias, constrói a seu redor uma série de defesas e as usa para se proteger daquilo que não consegue suportar, mas o uso excessivo de defesas pode ser nocivo, principalmente porque o cérebro não diferencia o perigo real do imaginárioIsso quer dizer que a reação do corpo diante do perigo real ou imaginário é a mesma? Sim, diante de um perigo real ou imaginário, o corpo entra em estado de alerta, aumentando o nível de adrenalina no sangue, nossos sentidos ficam aguçados, a musculatura modifica-se, as glândulas funcionam  diferentemente, o sistema nervoso fica mais acelerado e o organismo inteiro se prepara para enfrentar ou fugir da situação de perigo. Acontece  que no medo real, após passar o perigo, o corpo retorna  ao seu estado normal, mas no medo psicológico, mantém-se o estado de alerta constante, com isso, chegando ao estresse (que é um estado proveniente de um excesso de defesa inútil), pois o perigo é imaginado e vai durar enquanto persistir as crenças de uma pessoa, consideradas por ela absolutas e verdadeiras. 


Como já disse anteriormente, o medo é uma reação de grande valia no sentido da proteção, mas quando disfuncional, pode comprometer a qualidade de vida. Então, para libertar-se das amarras  do medo, é preciso questionar as crenças, confrontar a voz interior que ameaça, descobrir  a origem dos medos, para trabalhar neles. Enfim, buscar se conhecer e, para isso, é essencial reconhecer o que está acontecendo e buscar ajuda especializada.





Todos os direitos reservados a Julcinéa Maria Tauil (Néa Tauil)
Psicoterapia Beneficia as Pessoas - http://psicologaneatauil.blospot.com