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domingo, 21 de janeiro de 2018

QUANDO CONSULTAR UM(A) PSICOTERAPEUTA?


Por Néa Tauil



Apoiando a Campanha Janeiro Branco, aproveito o momento para falar sobre algumas situações, nas quais deve-se consultar um(a) psicoterapeuta (psicólogo(a) que trabalha com psicologia clínica), já que Janeiro Branco é uma Campanha totalmente dedicada a colocar os temas da Saúde Mental em máxima evidência, no mundo, em nome da prevenção e do combate ao adoecimento emocional da humanidade, bem como convidar as pessoas a pensarem sobre o sentido e o propósito das suas vidas, a qualidade dos seus relacionamentos e o quanto elas conhecem sobre si mesmas, suas emoções, seus pensamentos e sobre os seus comportamentos

Desde quando Freud inventou a terapia pela palavra, este método foi questionado, derrubado, reerguido e reformulado. Hoje, sua influência está dispersa em centenas de correntes, algumas mais, outras menos freudianas. O fato é que, independente da abordagem teórica do profissional, a relação terapêutica se alicerça nos princípios do respeito pelo ser humano, pela empatia do psicoterapeuta pelo sofrimento do paciente (evitando julgamentos de ordem moral ou religiosa) e pelo sigilo absoluto dos conteúdos trazidos em sessão.

Importa aqui dizer que a psicoterapia é um modo de cuidar das diversas formas, com as quais o sofrimento humano pode se manifestar. É uma  ferramenta útil em diversos momentos e em diversas  circunstâncias da vida de uma pessoa, pois dela pode-se obter muitos benefícios para si mesmo e, consequentemente, para aqueles com quem convive. Veja abaixo alguns exemplos básicos de situações nas quais consultar um(a) psicoterapeuta pode fazer toda a diferença na sua vida:

  • quando os dias se sucedem e você não vê graça, nem sentido, em acordar, sair da cama e fazer as milhares de coisas que a vida, o mundo e as pessoas esperam de você;
  • quando você percebe que seus sentimentos, pensamentos e/ou comportamentos estão lhe provocando prejuízos pessoais e/ou sociais, angústias, tristezas ou quaisquer outras sensações desagradáveis e das quais você não consegue se ver livre;
  • quando a sua relação com você mesmo, com o mundo e/ou com as outras pessoas não ocorre mais de uma maneira saudável, satisfatória e capaz de produzir bons sentimentos de realização pessoal e social em você;
  • quando a sua relação com o trabalho gera angústia e sofrimento ao invés de orgulho e sensação de realização profissional em você;
  • quando o seu relacionamento afetivo com a família tornou-se conflituoso, difícil e angustiante;
  • quando as suas expectativas em relação ao seu futuro pessoal e/ou profissional forem pessimistas e obscuras;
  • quando a sua sexualidade e/ou desempenho sexual forem motivos de angústia e/ou ansiedade em sua vida;
  • quando traumas, lembranças e memórias da sua própria vida forem motivos de sofrimento no presente e desesperança em relação ao futuro;
  • quando a família, ou o relacionamento afetivo, ou o trabalho ou qualquer outra situação da sua vida lhe exigir uma decisão muito difícil de ser tomada;
  • quando inesperados e/ou dolorosos novos acontecimentos em sua vida deixaram-lhe com uma sensação interminável de impotência, tristeza ou angústia;
  • quando você se dá conta de que todas as situações anteriormente apresentadas são passíveis de ocorrer na vida de qualquer pessoa e que, portanto, é possível prevenir-se conhecendo-se melhor e trabalhando as suas próprias características subjetivas.
Se você se identificou com alguma das possibilidades apresentadas na lista, considere a possibilidade de cuidar de si mesmo por meio da psicoterapia, pois "quem cuida da mente, cuida da vida." Quando a nossa mente está em paz, todo o resto da vida fica mais fácil, afinal,  Saúde Mental é condição para uma vida feliz e com qualidade existencial.




Todos os direitos reservados a Julcinéa Maria Tauil (Néa Tauil)

Psicoterapia Beneficia as Pessoas - http://psicologaneatauil.blogspot.com

Referência:

www.janeirobranco.com.br 
www.academiadopsicologo.com.br