quinta-feira, 25 de outubro de 2018

AMOR-PRÓPRIO TAMBÉM É ROSA

Por Néa Tauil


O mês de Outubro é conhecido mundialmente como “Outubro Rosa” e tem por objetivo reforçar o trabalho de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.  Com isso, o mês de outubro passou a ser específico para lembrar a mulher sobre esse importante ato de amor- próprio, pois o autocuidado é um ato de amor por si mesmo. Esse cuidado por si é algo que o próprio indivíduo pode lhe proporcionar. É uma forma de pertencer a si mesmo, a sua Família  EU

Então, para  que possamos estar com a nossa FAMÍLIA  EU (eu físico, eu mental, eu emocional, eu sexualidade, eu nutrição, eu profissional, eu social, etc.)  equilibrada, é necessário  começar cultivando um bom relacionamento com nossos diversos eus. A maneira pela qual a relação entre os diversos eus da Família EU se dá, exerce um reflexo imediato em toda a vida da pessoa e não apenas nas mamas

Sendo assim, precisamos sempre olhar para a nossa FAMÍLIA EU e perguntar : como está o meu relacionamento com os diversos eus que compõem a minha Família EU?  Será que  estou cuidando de alguns eus e  abandonando outros? Ou seja, é  se questionando que a pessoa passa a melhorar os  cuidados com a sua Família EU, possibilitando assim o resgate do amor-próprio para que sofrimentos possam ser prevenidos, pois  o amor-próprio também é representado pelo rosa

O rosa é a cor dos afetos, das emoções, da compreensão, do  companheirismo e do romance consigo mesmo e com as outras pessoas.  Representa os sentimentos ligados ao coração, como o amor verdadeiro que eleva as boas  vibrações, afasta energias negativas e promove a saúde. Então, emane o seu próprio amor rosa em todos os meses do ano e obtenha muitos benefícios para si mesmo e, consequentemente, para aqueles com quem convive.


Todos os direitos reservados a psicóloga Julcinéa Maria Tauil (Néa Tauil)
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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

O EU CRIANÇA, DA FAMÍLIA EU!

Por Néa Tauil

Podemos ter crescido, mas todos temos dentro de nós a criança que fomos um dia. Acreditemos ou não, a criança não se foi para dar lugar ao adulto. Ela ainda vive dentro de nós. É ela que denomino de eu criança da Família EU. O eu criança é aquela parte infantil de nós que representa nossa capacidade de inocência, admiração, alegria, sensibilidade, potencialidade e diversão. E embora tudo isso seja maravilhoso, é essa parte que, muitas vezes, também conserva os traumas, todos os sofrimentos, rejeições, abandono, crenças limitantes, medos, inseguranças, enfim, as feridas antigas vindas lá do início da vida. 

Há muito o que falar sobre esse eu, mas aqui vou focar nos aspectos que comprovam a existência do eu criança na idade adulta ou eu adulto. Entre eles destaco:

- quando reagimos exageradamente a um estímulo, é o eu criança que fala;
- quando ficamos descontrolados e desamparados, é o eu criança que atua;
- quando nossas necessidades controlam nossas atitudes, isso ocorre porque o eu criança está no comando e exige cuidados;
- quando experimentamos a desesperança, nos sentimos totalmente perdidos ou quando nossas emoções são desproporcionais à realidade da situação, é porque o eu criança está pedindo atenção.

Agora que você já sabe da existência do eu criança, que ele pode aparecer quando menos se espera e comportar-se escandalosamente como uma vingança, por não ter prestado atenção a ele, o melhor a fazer é conhecer esse eu para que ele não interfira negativamente no eu adulto, complicando sua vida. O eu criança, uma vez reconhecido, amado e satisfeito, permitirá que o eu adulto seja amado, feliz, espontâneo, brincalhão e jovial. 

Mais uma vez, volto a dizer que todos os eus da sua Família EU merecem ser amados e, se optarmos por ignorar constantemente as necessidades deles (eu físico, eu mental, eu emocional, eu social, eu sexualidade, eu criança, eu adulto e muitos outros) que formam a Família EU, corremos o perigo de perdermos o controle do nosso comportamento e nos tornarmos os nossos piores inimigos. Conhecer e amar a Família EU por inteiro nos completa.


Todos os direitos reservados a Julcinéa Maria Tauil ( Néa Tauil)
Nėa Tauil – psicóloga, psicoterapeuta e presidente do movimento social Família EU- educando para o amor próprio 
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sábado, 29 de setembro de 2018

AMOR-PRÓPRIO NO COMBATE AO SUICÍDIO

Por Néa Tauil

A campanha Setembro Amarelo foi criada em 2014 por uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV) — uma ONG voltada à prevenção e apoio emocional em relação ao suicídio — em parceria com o Conselho Federal de Medicina e a Associação Brasileira de Psiquiatria. 




Com certeza, é uma iniciativa preciosa, mas penso que se as pessoas fossem conscientizadas sobre o fato de que a infância afeta a idade adulta e, consequentemente, para uma sociedade ter pessoas desejando viver e não morrer, a prevenção deve estar centrada no tipo de tratamento que uma criança recebe durante o seu desenvolvimento infantil. Ou seja, uma criança que nasce, cresce e desenvolve-se, num ambiente onde ela é respeitada, tratada com amor, consideração e orientação honesta para viver no mundo, tem tendência a apresentar na vida adulta uma Família EU com características de uma programação interna positiva e saudável, que conduz ao amor por si mesmo e pelos outros, possui boa autoestima, acredita em seu potencial, confia em si mesmo, gosta da própria companhia, sente prazer na vida e, não a necessidade de matar ou morrer, enganar, mentir, ferir a si mesma e os outros, simplesmente porque não terá como tarefa inconsciente reprimir experiências de crueldade. Porém, uma criança tratada com agressão, castigo, humilhação, manipulação, negligência das suas necessidades, que foi enganada, explorada, inclusive sexualmente, etc. tende a carregar dentro de si uma Família Eu com características de uma programação interna negativa e destrutiva, que conduz ao ódio por si mesma e pelos outros, possui baixa autoestima, não confia em si mesmo, se desmerece, achando que é feia, ineficiente, chata, incapaz, inadequada, errada, inferior, tola, culpada, má, etc. Além de ter como tarefa inconsciente, reprimir as experiências traumáticas geradas pelos abusos (físico, psicológico e sexual) que, embora permaneçam inconscientes, vão encontrar expressão na vida adulta, em seus atos destrutivos contra si mesma ou contra as outras pessoas. 


Dessa forma, podemos dizer que a percepção do suicídio, como forma de findar o sofrimento, pode estar atrelada a diferentes adversidades enfrentadas pela criança ou pelo jovem que não aprendeu a amar a si mesmo, bem como não encontrou espaço para falar sobre o que estava sentindo, possibilitando que a dor saísse por meio de palavras, e não por atos de agressão contra si e contra os outros. Então, aprenda e ensine amor-próprio, pois o amor -próprio é uma ferramenta poderosa para a sobrevivência. 



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Néa Tauil - Idealizadora do movimento social - Família EU: educando para o amor-próprio.
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domingo, 9 de setembro de 2018

WORKSHOP EDUCANDO PARA O AMOR-PRÓPRIO: QUEM GOSTA DE SI, CUIDA-SE!

Por Néa Tauil

Agradeço a presença e a participação de todos que, diretamente ou indiretamente, contribuíram para a realização e o sucesso do Workshop EDUCANDO PARA O AMOR-PRÓPRIO: QUEM GOSTA DE SI, CUIDA-SE, realizado no dia 31/08/2018, no Palácio da Polícia Civil, auditório Cícero do Amaral Viana, Porto Alegre – RS.



O evento promovido pela Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Porto Alegre – RS, contou com a participação dos servidores da polícia civil, mulheres em situação de violência doméstica e membros da rede de atendimento, que além de acolhedora, foi de muito envolvimento com o tema, o que possibilitou um feedback positivo sobre o movimento.




Mais uma vez, muito obrigada Delegada Tatiana Bastos e sua equipe. Juntos, alcançamos nossos objetivos de despertar a atenção das pessoas para a importância e valorização da Família EU, possibilitando, assim, o resgate do amor próprio.




FAMÍLIA EU - MOVIMENTO SOCIAL: EDUCANDO PARA O AMOR-PRÓPRIO
EM PARCERIA COM A DEAM ( DELEGACIA ESPECIALIZADA 
NO ATENDIMENTO À MULHER DE PORTO ALEGRE.






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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Resgate do amor-próprio no combate às RELAÇÕES ABUSIVAS


Por Néa Tauil


Família EU apoiando a Campanha Agosto Lilás 



O mês de agosto é utilizado para lembrar a luta das mulheres contra a violência e o feminicídio. A campanha nacional ‘Agosto Lilás’ tem por objetivo reforçar a necessidade da denúncia ao primeiro sinal de agressão e tornar o feminicídio um tema ainda mais comum.

Apesar de toda logística para conscientização sobre a importância do combate à violência contra a mulher, os dados são alarmantes. Mas, é bom ressaltar que os comportamentos  tanto do  agressor como o da vítima é a repetição de uma programação interna negativa e destrutiva  adquirida na infância com os pais ou cuidadores. Ou seja, a criança aprende vivenciando e vai reproduzir na vida adulta  o que aprendeu. 

Infelizmente, são muitas as programações negativas e destrutivas aprendidas na infância que podem criar dilemas inconscientes que acabam levando a pessoa a agir contra si mesma e contra os outros na idade adulta. Um bom exemplo são  as relações abusivas que envolve ( violência física, psicológica e sexual) na vida a dois. É essa a violência  privada que  chamo de "fundo do poço" e que muitas vezes é a partir daí que alguns casais procuram ajuda psicológica, com o objetivo de romper com as programações  negativas e destrutivas no modo de se relacionar e emergir para uma nova concepção saudável de relacionamento. Por outro lado, outros tantos vivem afundados no ciclo da autossabotagem, repetindo programações negativas e destrutivas mantenedoras das relações abusivas, já que a familiaridade com o problema e as reações a ele criam uma segurança neurótica no casal. Isto é, a paralisia e o torpor são mais aceitáveis do que a  reprogramação do aprendizado. Mas, sem sombras de dúvidas, torna-se muito mais complicado manter relacionamentos doentios do que saudáveis. 

Então, para uma vida a dois leve, equilibrada e estável, o caminho é o resgate do amor-próprio, tanto para o agressor como para a vítima, transformando as programações negativas em positivas. Saiba mais participando do Workshop: Educando para o AMOR-PRÓPRIO: Quem gosta de si, cuida-se!






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sábado, 7 de julho de 2018

PARCERIA: Família EU, Delegacia da Mulher e Divisão de Saúde da Polícia Civil Gaúcha

Por Néa Tauil



A delegada Tatiana Bastos, a assistente social Lisiane Paganotto, a estagiária do serviço social Isabela Canarin,
 a diretora-executiva Linda Medeiros e a psicóloga/psicoterapeuta Néa Tauil. (Foto: Divulgação)

Gostaria de agradecer ao Jornal O Sul, especialmente a jornalista Ana Carolina Rodrigues, pelo respeito, carinho e profissionalismo na matéria publicada no dia 19/06/2018, Capa - Caderno 1, sobre a parceira do movimento social Família EU com a Delegacia da Mulher e com a Divisão de Saúde da Polícia Civil Gaúcha. Fiquei muito contente em ver o interesse do Jornal O Sul em  participar da nossa luta por uma humanidade mais amorosa e feliz. Não é por acaso que é um jornal tão bem conceituado na região. Veja abaixo a matéria na íntegra.

MOVIMENTO SOCIAL FAMÍLIA EU FIRMA PARCERIA COM A DELEGACIA
 DA MULHER E COM A DIVISÃO DE SAÚDE DA POLÍCIA CIVIL GAÚCHA


Por Ana Carolina Rodrigues 


O movimento social Família Eu: Educando para o Amor-Próprio firmou uma parceria 
com a DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) e com a Divisão de 
Saúde da Polícia Civil do Rio Grande do Sul.
O objetivo, segundo a diretora-executiva do movimento, Linda Medeiros, é trabalhar em benefício das mulheres vítimas de violência que são atendidas pela Deam e dos servidores públicos da Polícia Civil, visando conscientizar sobre os muitos “eus” que formam o nosso “eu”, possibilitando assim o resgate do amor-próprio para que sofrimentos possam ser prevenidos.
O movimento
O Família Eu: Educando para o Amor-Próprio trata-se de um movimento dedicado a convidar as pessoas a se amarem e, a partir daí, ganharem coragem e confiança para pensar, reconhecer, entender, entrar em acordo, aprender a cuidar e aceitar os seus muitos “eus”, sem necessariamente gostar nem concordar com todos os sentimentos ou cada componente desses “eus”.
Segundo a psicóloga/psicoterapeuta Néa Tauil, idealizadora do movimento, isso quer dizer que quando reconhecemos a nós mesmos como seres humanos, nos vemos com olhos mais compreensivos, aceitamo-nos e podemos aprovar a totalidade de nosso ser, embora não estejamos de acordo com todas as características dos nossos diversos “eus”.
Trata-se, na verdade, de um movimento que pretende mobilizar as pessoas, com dicas e reflexões que têm o poder de chamar a atenção de todos para o amor-próprio, pois amar-se é saber apreciar-se e avaliar-se com discernimento e não com julgamento. É estar bem consigo mesmo respeitando a própria essência. É olhar-se com consideração e devida atenção. É sentir os próprios valores como aceitáveis e naturais.
A Família EU foi planejada para promover o amor-próprio como uma possibilidade de solução para um mundo melhor, pois quando damos a nós próprios exatamente aquilo que necessitamos, seja um elogio, seja um presente, seja um gesto gentil, e quando nos sentimos plenos e seguros, temos vontade de dar amor ao próximo

Família Eu - movimento social: educando para o amor-próprio
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Fonte: Jornal O Sul

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Entrevista sobre o EU SEXUALIDADE, DA FAMÍLIA EU, no programa Fortunati. com - TV URBANA - Porto Alegre - RS

Por Néa Tauil



Os tempos atuais demandam um avanço em nossa compreensão acerca do humano e uma proposição de soluções aos desafios que enfrentamos nos mais diferentes níveis. 

Assim, no dia 24 de maio, estive no programa Fortunati.com - TV Urbana - Porto Alegre -RS, para falar sobre o EU Sexualidade, da Família EU, pois um dos propósitos do movimento Família EU é chamar a atenção das pessoas para a existência dos muitos eus (eu físico, eu mental, eu emocional, eu social, eu sexualidade e muitos outros) que formam o nosso EU, que se interligam entre si, resultando no que podemos chamar de ser humano. 

Assista o vídeo abaixo e saiba mais sobre o que é educar para a sexualidade e a importância do EU sexualidade, da Família EU, para a saúde integral.




Todos os direitos reservados a Julcinéa Maria Tauil - (Néa Tauil)

#amorpropriobeneficiaaspessoas  #educandoparaoamorpróprio
Família EU - movimento social:educando para o amor-próprio
Foto: Linda Medeiros, José Fortunati e Néa Tauil
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