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domingo, 8 de setembro de 2013

DIFERENÇAS NÃO SÃO DEFEITOS

Por Néa Tauil

Evidentemente que reduzir o conhecimento sobre sexualidade ao aspecto reprodutivo é algo histórico e moralista.

A sexualidade é um direito humano e ampliar o conhecimento sobre a prática sexual também o é.

Vale lembrar que distorções, mitos, preconceitos e tabus, causados principalmente por falta de conhecimento sobre sexualidade exercem influência negativa no contexto familiar, social e cultural.

É preciso desconstruir na atualidade a indisponibilidade para refletir e discutir o tema sem dificuldade e vergonha, pois uma verdadeira educação para a sexualidade pode contribuir para a diminuição de posturas indevidas e inadequadas diante do tema.

É importante reconhecer que sexualidade não se restringe ao ato sexual, inclui as fantasias e ideais que cada pessoa constrói sobre si e para si em função de suas experiências de prazer e satisfação.

A experiência sexual tem significados diferentes para cada indivíduo e, uma forma de apropriação pessoal de uma sexualidade sem culpa é o conhecimento mais profundo de mitos, tabus e da realidade acerca de nossa própria sexualidade. Nunca é demais ressaltar que preconceitos, mitos e tabus sexuais são construções culturais que negam o direito à identidade e a prática de uma sexualidade plena.