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sábado, 6 de outubro de 2012

PRÁTICA PSICOTERÁPICA

Por Néa Tauil

O psicólogo clínico está inserido no contexto sociocultural e, portanto, dele não difere quanto aos mitos, preconceitos e tabus. 

Apesar do mundo globalizado, o paciente contemporâneo não deixou de ser sexuado. Preconceitos e tabus ainda existem em torno da sexualidade. 

O ofício de psicólogo clínico possibilita o encontro com diversos tipos de pessoas, inclusive de variada faixa etária, em situações diversas de saúde ou de doença, de nível socioeconômico e cultural, de raça, de cor e de sexo. 

É importante destacar que, em todas essas situações, a sexualidade e suas diversas manifestações estão presentes na realidade cotidiana e na prática clínica. Evitá-la, portanto, é uma ilusão histórica que reforça padrões repetitivos e não favorece o conhecimento e a evolução.

É relevante  lembrar que o psicólogo é um profissional de saúde e tem papel multiplicador na sociedade. Susie Orbach, psicanalista e escritora, em seu livro A Impossibilidade do Sexo, definiu que na psicoterapia a subjetividade do psicoterapeuta e do paciente constrói o processo psicoterápico conforme as ideias, os valores e as influências recíprocas da dupla terapêutica. 

Cabe ao psicoterapeuta estar atento para o que irá priorizar, ignorar ou negligenciar na prática clínica, em especial a respeito de suas ideias ou conduta.

Psicoterapia Beneficia as Pessoas! http://psicologaneatauil.blogspot.com